sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Adição, subtração e Multiplicação de Polinômios

Sendo f(x) = anxn + an-1xn-1 + … a2x2 + a1x + a0 e g(x) = bnxn + bn-1xn-1 + … b2x2 + b1x + b0

Adição

Para fazermos f(x) + g(x) deveremos ter como resposta:

f(x) + g(x) = (an + bn )xn + (an-1 + bn-1 )xn-1 + … (a2 + b2 )x2 + (a1 + b1 )x + (a0 + b0)

Exemplo: Sendo A(x) = 3x3 + 5x2 – 3x + 4, e B(x) = 4x3 – 2x2 + 5

A(x) + B(x) = 7x3 + 3x2 – 3x + 9

Subtração

Para fazermos f(x) – g(x) deveremos ter como resposta:

f(x) – g(x) = (an – bn )xn + (an-1 – bn-1 )xn-1 + … (a2 – b2 )x2 + (a1 – b1 )x + (a0 – b0)

Exemplo: Sendo P(x) = 3x3 + 5x2 – 3x + 4, e Q(x) = 4x3 – 2x2 + 2x + 5

P(x) – Q(x) = –x3 + 7x2 – 5x – 1

Multiplicação:

Para fazermos f(x).g(x) deveremos ter como resposta:

f(x).g(x) = (anbn )xn+m +… (a2b0 + a1b1 + a0b2 )x2 + (a0b1 + a1b0 )x + (a0b0)

Exemplo: Sendo A(x) = 3x3 + 5x2 – 3x , e B(x) = 4x3 – 2x2 + 5

A(x).B(x) = 12x6 – 6x5 +15x3 + 20x5 – 10x4 + 25x2 – 12x4 + 6x3 – 15x =

= 12x6 +14 x5 –22x4 + 21x3 + 25x2 – 15x

A Matemática e os Temas Transversais

O ensino da matemática  está passando por varias mudanças de caráter curricular e metodológico, haja vista que os indicadores das avaliações nacionais apontam para essa necessidade. Contudo, não é apenas os resultados dessas avaliações que estimulam essas mudanças, faz-se necessário reformular o ensino da matemática para que a mesma passe a ter significado e consequentemente o processo ensino aprendizagem seja significativo.

Os temas transversais surgem na Educação a partir de questionamentos realizados em vários países sobre qual deve ser o papel da escola dentro de uma sociedade plural e globalizada e sobre quais devem ser os conteúdos abordados nesta escola.

Dessa forma, conforme grupos sociais politicamente organizados em diversos países reunidos em Organizações não-governamentais (ONGs) e também governamentais começaram a desenvolver projetos educacionais que incluíssem na estrutura curricular de suas escolas questões que abordassem conteúdos relacionados ao cotidiano da maioria da população. A fim de diminuir o fosso existente entre o desenvolvimento tecnológico e o da cidadania, uma das propostas feitas por esses grupos é a inserção transversal na estrutura curricular das escolas, sem abrir mão dos conteúdos curriculares tradicionais, de temas como: ética, saúde, meio ambiente, o respeito às diferenças, os direitos do consumidor, as relações capital-trabalho, e a igualdade de oportunidades.

De acordo com ARAÚJO (2000) um dos países que aprofundou essa proposta foi a Espanha, que ao reestruturar o seu sistema escolar, em 1989 fez a inclusão de temas transversais sistematizados em um conjunto de conteúdos considerados essenciais para a sua realidade.

No Brasil, a proposta de incluir os temas transversais no contexto educacional, deu-se a partir de 1998, após a apresentação do documento dos PCNs pelo MEC.

Os temas transversais propostos no documento dos Parâmetros Curriculares Nacionais são: Ética, Saúde, Meio Ambiente, Pluralidade Cultural, Orientação Sexual e Trabalho e Consumo.  Os temas não constituem novas áreas do conhecimento e devem ser abordados contínua e sistematicamente ao longo de toda a escolaridade. A perspectiva transversal requer uma transformação da prática pedagógica, pois exige do professor o rompimento da atuação de atividades pedagogicamente formalizadas e aumenta o compromisso com relação à formação dos alunos. Entretanto, o que significa trabalhar transversalmente? E, o que é transversalidade?

De acordo com a concepção elaborada pela equipe de especialistas do MEC, os temas transversais devem perpassar os conteúdos curriculares. Assim “As áreas convencionais devem acolher as questões dos Temas Transversais de forma que seus conteúdos as explicitem e que seus objetivos sejam contemplados.” (Documento PCNs TEMAS TRANSVERSAIS, 1998, p. 27).

Convém destacar que os temas formam um conjunto articulado, gerando objetivos e conteúdos comuns ou muito próximos entre eles. Além disso, integração, a extensão e a profundidade da abordagem dos temas acontecerão em diversos níveis, de acordo com a prioridade estabelecida.

Devido à complexidade do processo educativo, Rafael YUS (1998) coloca que é oportuno mostrar os diferentes âmbitos da transversalidade, dessa forma distingue os seguintes tipos :

  • Transversalidade disciplinar: é a que acontece dentro de cada área específica, consiste no tratamento dado a um tema transversal ao longo do ano letivo.
  • Transversalidade no espaço: é o tratamento de um tema transversal por mais de duas áreas num ano letivo.
  • Transversalidade no tempo: devido à necessidade, de acordo com objetivos propostos, de se tratar um tema transversal por mais de dois anos letivos sucessivos.
  • Transversalidade curricular: consiste no tratamento curricular dado a um tema transversal, inclui os tipos de transversalidade acima citados.
  • Transversalidade ambiental: refere-se ao conjunto de todas as questões no ambiente escolar que promovam as condições favoráveis para o desenvolvimento de temas transversais.

Todos esses aspectos possíveis da transversalidade que dizem respeito ao âmbito escolar constituem a chamada transversalidade formal. O tratamento dado a um tema transversal por outras áreas da sociedade recebe o nome de transversalidade não formal.

Uma questão importante levantada por YUS (1998) refere-se ao nível de contribuição das diversas áreas em relação á transversalidade. Segundo esse autor, a contribuição das diversas áreas numa proposta transversal dar-se-á conforme o tipo de conteúdo a ser trabalhado. Assim, determinadas áreas terão grande contribuição no que tange a conteúdos conceituais (História, Geografia, Ciências); outras áreas contribuirão mais nas questões que envolvem conteúdos procedimentais (Matemática, Ciências); já os conteúdos atitudinais receberão contribuição de todas as áreas.

Uma consideração similar a esta é feita pelos PCNs (Documento PCNs MATEMÁTICA, 1998) ao colocarem que os temas, no caso da escola, precisam se articular às concepções da área e, portanto, isso pode ocorrer de maneiras diversas em função da natureza de cada tema e de cada área. Assim:

Tendo em vista a articulação dos Temas Transversais com a Matemática algumas considerações devem ser ponderadas. Os conteúdos matemáticos estabelecidos no bloco Tratamento da Informação fornecem instrumentos necessários para obter e organizar as informações, interpretá-las, fazer cálculos e desse modo produzir argumentos para fundamentar conclusões sobre elas. Por outro lado, as questões e situações práticas vinculadas aos temas fornecem os contextos que possibilitam explorar de modo significativo conceitos e procedimentos matemáticos. (Documento PCNs MATEMÁTICA, 1998, p. 29)

Existe uma estrutura prévia, formada pelas disciplinas tradicionais. Os conteúdos dos temas transversais são distribuídos em todas as disciplinas, cruzando ou transpassando as áreas de conhecimento.

De acordo com ARAÚJO (2000), isso pode acontecer de três formas diferentes:

  1. Na primeira forma conteúdos tradicionais e transversais estão misturados a ponto de não existir distinção entre eles, por exemplo, um professor de Matemática não conseguiria trabalhar seu conteúdo desvinculado da construção da cidadania e da democracia;
  2. Na segunda forma, conteúdos tradicionais e transversais são abordados pontualmente, ou seja, em algum momento o professor pára de trabalhar o seu conteúdo e insere algum tema transversal em sua aula na forma de projeto. Exemplificando essa proposta, nesse caso, o referido professor de Matemática não trabalharia somente o seu conteúdo, mas em determinado momento abordaria algum tema transversal em suas aulas;
  3. Na terceira forma os conteúdos tradicionais e os temas transversais integram-se interdisciplinarmente. Então, voltando ao nosso exemplo, o professor de matemática deve integrar o conteúdo específico de sua área tanto aos temas transversais como a conteúdos de outras áreas.

Dessa forma esse “giro” de noventa graus, onde os temas transversais assumem a posição de eixos vertebradores, possibilitará uma nova concepção de ensino, que permitirá ver as disciplinas curriculares atuais não como fins em si mesmas, mas como “meio” ou instrumento para se alcançar outros objetivos, mais voltados aos interesses e necessidades da maioria da população, aproximando dessa forma o científico do cotidiano.

Precisamos retirar das disciplinas científicas as suas “torres de marfim”1 e deixá-las impregnarem-se de vida cotidiana, sem que isso pressuponha, de forma alguma, renunciar às elaborações teóricas imprescindíveis para o avanço da ciência.

Dessa forma, as matérias curriculares são entendidas como meios através dos quais pretende-se desenvolver a capacidade de pensar e de compreender e interpretar adequadamente o mundo que nos rodeia. E se estes conteúdos estruturam-se em torno de eixos que exprimem a problemática cotidiana atual, convertem-se em instrumentos cujo valor e utilidade são evidenciados pelos alunos.

O documento dos PCNs propõem, para o ensino fundamental, uma concepção de transversalidade, isto é, tomam como eixo vertebrador os conteúdos tradicionais, porém sugerem que o professor não interrompa seus conteúdos para trabalhar os temas transversais e nem que os trabalhe paralelamente, mas sim que estabeleça as relações entre ambos e os incluam como conteúdos de sua área, fazendo com que os alunos utilizem-se dos conhecimentos escolares em sua vida extra escolar.O que a nosso ver tende a ser a opção mais viável já que não implica em grandes mudanças da estrutura curricular,todavia o que parece ser uma qualidade pode tornar-se um defeito,pois uma mudança superficial acaba não obtendo os resultados esperados.

Assim: “A transversalidade diz respeito à possibilidade de se estabelecer, na prática educativa, uma relação entre aprender na realidade e da realidade conhecimentos teoricamente sistematizados (aprender sobre a realidade) e as questões da vida real e sua transformação (aprender na realidade e da realidade).” (Documento PCNs TEMAS TRANSVERSAIS, p. 30)

Dessa forma, a transversalidade leva a uma mudança na prática pedagógica na escola, pois está muito relacionada à postura do professor frente aos conteúdos abordados e a forma de abordá-los.

“A transversalidade acontece quando se tem ou se objetiva a efetiva transformação no modo de ser dos alunos. Ou seja, quando se produz mudança de valores e/ou padrões de conduta no grupo envolvido.” Portanto, se um tema for abordado numa perspectiva inter, trans, multidisciplinar, mas a proposta tratar apenas de seus aspectos relacionados aos saberes escolares, o professor não estará trabalhando a transversalidade. Assim, por exemplo, os PCNs enfatizam que o bloco Tratamento de Informações cria grandes possibilidades para se trabalhar a transversalidade, entretanto, se o professor não abrir espaços que proporcionem reflexões, ela não acontecerá.

Examinemos uma situação que pode exemplificar, numa outra perspectiva, a afirmação acima: durante uma aula de Matemática, após terminarem um trabalho envolvendo recortes e colagens de sólidos geométricos, o chão ficou repleto de lixo e alguns alunos se negaram a participar da limpeza, justificando que esse é um trabalho para as faxineiras da escola. Se o professor passa a promover de forma direta ou indireta reflexões sobre a responsabilidade de cada um em relação ao meio em que vive e sobre a discriminação de categorias de trabalhadores, provocando lentamente mudanças na postura de seus alunos; então esse professor está constituindo uma prática transversal.

Às vezes, mesmo sem saber, um professor pode estar praticando mais a transversalidade do que aqueles que tratam de um assunto em sua disciplina, “ensinando-o”, mas que intervêm pouco na mudança dos valores e padrões dos seus alunos.

Entre as diversas dificuldades encontradas para que a transversalidade aconteça a formação dos professores é apontada como uma delas.

Essa dificuldade ocorre porque os professores têm que pensar e colocar em prática uma proposta que eles próprios não vivenciaram em momento algum de suas vidas, portanto, há uma forte tendência aos enfoques instrutivos em detrimento dos educativos. O argumento anterior mostra o forte caráter de ação da transversalidade.

Contudo, esse conflito torna-se mais evidente quando a proposta transversal exige um planejamento globalizado, e o restante do currículo e a organização escolar persistem em seu planejamento analítico. Essa “dupla linguagem” se resolve a favor do paradigma atual, da ordem estabelecida, que também é o que sintoniza com a cultura do professorado, formado inicial e permanentemente por essas clássicas coordenadas.

Assim, para se levar a transversalidade adiante é preciso que se construa uma nova cultura acadêmica, com uma estrutura em função das novas exigências e mudanças na forma de entender o papel da escola na sociedade, e o papel da universidade na formação profissional do futuro professor. Isso, de maneira geral, implicará numa mudança de valores em relação a formação de professores de Matemática no que tange a sua postura como professor frente a disciplina que leciona.

Matemática e Informática Trabalhando Juntas

Nos dias de hoje a matemática ainda é vista como uma disciplina teoricamente de difícil entendimento, para os estudantes tanto de primeiro, segundo e terceiro graus. Algumas pessoas encontram facilidades para aplicar a matemática em resoluções de situações problemas nas escolas, por outro lado, outras já encontram um pouco mais de dificuldade.

Professores de matemática procuram, nos dias atuais, tentar diminuir os problemas encontrados no ensino, de forma mais dinâmica e que desperta o interesse e o espirito de investigação dos alunos. Grandes ferramentas pedagógicas, no ensino da matemática, estreitam a relação de professor aluno tornando as aulas mais dinâmicas e interativas, diminuindo, assim, possíveis dificuldades na aprendizagem da matemática.

Atualmente existem vários softwares de matemática que realizam diversas funções, além de mecanismos que são de mais claro entendimento para os alunos, devido nossa sociedade estar cada vez mais ligada as grandes mudanças promovidas pela aceleração tecnológica que encorporam a informática.

Conseguimos, por exemplo, trabalhar com programas de edição de planilhas com o estudo matemático, feito com matrizes, funções,…

O desenvolvimento de métodos de aprendizagem informatizado aplica-se nos diferentes campos da matemática como: funções, derivadas, integrais, taxas de variação, geometria analítica, …. Gráficos ficam mais detalhados e com o aspecto visual de mais fácil esclarecimento, como gráficos de função, interseção de retas, equações trigonométricas, distância entre pontos, calculo de áreas e superfícies.

Encontramos todo esse material na web, que é um outro mecanismo matemático envolvente cujo as propriedades matemáticas passam despercebidas, como o download de um determinado arquivo, por exemplo, que contém uma certa quantidade de armazenamento calculada em diferentes unidades: kilo,mega, ultra, hiper, micro, giga….

O reflexo dessa associação da matemática com a informática, facilita o aprendizado escolar para que esse, ganhe propriedade e torne referência na matemática usada diariamente.

A matemática necessita da informática , quando por exemplo essa é aplicada na educação escolar, no inicio da aprendizagem, quando ainda crianças, temos a necessidade de encontrar argumentos práticos para serem associados a matemática, conhecendo assim de forma bem mais clara, certas definições que complementam o estudo, essa conexão é realizada também enunciando a maneira prática de conectarmos e enfatizarmos ao ensino da  matemática as práticas da informática, através de materiais concretos. Nesse caso a informática que faz esse papel de conexão com programas e artifícios para melhor qualificar as práticas educacionais da informática na matemática.

Gastroenterologia

A gastroenterologia (palavra oriunda do grego gastro=estômago; entero=intestino; logia=estudo), também chamada de gastrenterologia, é a especialidade médica responsável por estudar, diagnosticar e tratar moléstias que acometem o aparelho gastrointestinal.

O aparelho gastrointestinal é composto por diversos órgãos e, consequentemente, o número de problemas desta área é amplo. Estes órgãos são: boca, esôfago, estômago, duodeno, intestino delgado e intestino grosso, além dos órgãos anexos à este aparelho, que são o fígado e o pâncreas.

No Brasil, para tornar-se gastroenterologista, o médico deve concluir, além do curso de medicina, a residência médica  que dura, no mínimo, 2 anos, ou então, ter experiência na área pelo menos tempo e receber aprovação em concurso para receber da Associação Médica Brasileira e Federação Brasileira de Gastroenterologia o título de especialista.

Especialistas em gastroenterologia também podem desempenhar papel em áreas que até o momento não são consideradas especialidades médicas no Brasil, mas que se encontram ligadas à especialidade em questão, que habitualmente necessitam de especialização adicional, como é o caso da endoscopia digestiva, gastroenterologia pediátrica, hepatologia e nutrição parenteral e enteral.

Dentre as doenças estudadas por esta especialidade estão as úlceras estomacais e duodenais, a gastrite e apendicite, dentre outras afecções, sendo que em consequência do grau de complexidade dos mecanismos englobados no processo digestório, há uma ampla variedade de problemas que apresentam diferentes níveis de severidade.

Atualmente, em decorrência do grande avanço da medicina, é possível diagnosticar precocemente e mais precisamente afecções gastrointestinais, bem como tratá-las com sucesso uma boa parte dessas patologias.

Metabologia

A metabologia (palavra oriunda do grego, sendo que metabolé=transformação, mudanças; lógos=tratado) é uma especialidade médica relativamente nova responsável por estudar as moléstias do metabolismo.

O metabolismo é definido como o conjunto de mecanismos químicos que o organismo necessita para a formação, desenvolvimento e renovação de estruturas celulares, bem como para a produção da energia requisitada às manifestações interiores e exteriores da vida.

A metabologia caminha lado a lado com outra especialidade médica, também considerada relativamente nova, que é a endocrinologia. Esta última é responsável por cuidar dos acontecimentos relativos ou pertencentes a uma secreção interna ou a uma glândula responsável por sintetizar tal secreção, em especial, às glândulas que sintetizam secreções internas que são encaminhadas a outros locais do organismo por meio da corrente sanguínea (glândulas endócrinas).

Ambas as especialidades lidam com afecções do hipotálamo, hipófise, tireóide, gônadas (testículo e ovário), supra-renais, diabetes, hipoglicemias, hiperlipidemia, metabolismo do cálcio e distúrbios de peso.

A hipófise e o hipotálamo são responsáveis por sintetizarem hormônios que controlam o crescimento, a produção de cortisona por parte das supra-renais, a lactação, além da síntese de hormônios sexuais por parte das gônadas.

A tireóide está relacionada ao metabolismo corporal, sendo que as moléstias mais comuns dessa glândula são o hipotireoidismo e o hipertireoidismo, bem como a presença de nódulos na mesma.

Também há as glândulas paratireóides que são responsáveis por controlar o metabolismo do cálcio e, em associação com os hormônios sexuais, regulam a quantidade de massa óssea, sendo que problemas na regulação da última podem resultar em raquitismo ou osteoporose.

As gônadas são encarregadas pela produção dos hormônios sexuais, fundamentais para a manutenção da vida sexual e reprodutiva.

As supra-renais, também conhecidas como adrenais, que estão situadas acima dos rins, são responsáveis pela produção de uma taxa de hormônios sexuais, cortisona e pelo controle de cloreto de potássio no organismo. Alterações nessa glândula podem resultar em certas moléstias, como ovário policístico, acne e hirsutismo.

O pâncreas é uma glândula encarregada da síntese de diversos hormônios, inclusive a insulina. Quando ocorrem alterações no metabolismo desta glândula pode causar a diabetes ou a hipoglicemia.

Ozonioterapia

A ozonioterapia consiste em uma terapia que utiliza ozônio como agente terapêutico em inúmeras patologias.

O ozônio é um gás obtido por meio da união de três átomos de oxigênio  e, por sua vez, apresenta a função de proteger  o nosso planeta dos raios ultravioletas que oriundos do sol. Já o ozônio medicinal, de acordo com especialistas, trata-se sempre de uma mistura de ozônio com oxigênio, sendo que a concentração de cada elemento varia de acordo com a moléstia que irá ser tratada.

Embora esta prática exista a mais de 100 anos, ela é pouco difundida no Brasil. A descoberta do uso médico do ozônio data de 1840, sendo que o primeiro a utilizá-lo foi Werner Von Siemens, responsável pela concepção do primeiro tubo de indução para a destruição de agentes patogênicos, no ano de 1857. Foi durante a Primeira Guerra Mundial que o médico alemão Christian Friedrich Schonbrin disseminou o uso desta terapia para tratar as lesões de soldados, alcançando resultados positivos.

No ano de 1915, outro médico alemão, Albert Wolf publicou um livro que falava a respeito do uso medicinal do ozônio e durante mais de 50 anos, a ozonioterapia limitou-se, praticamente, à Alemanha e à Áustria. Foi apenas a partir da década de 80 que a mesma propagou-se para outros países.

A ozonioterapia tem sido adotada como uma nova forma de tratamento para herpes, hepatite, entre outros tipos de infecção. O ozônio medicinal apresenta capacidade de elevar o aporte de oxigênio para todas as células que compõem o organismo, aumentando, consequentemente, a oxigenação e a respiração celular, tornando mais fácil a circulação do sangue, mesmo através de vasos estenosados (pois é um vasodilatador). Deste modo, esta terapia exibe efeitos satisfatórios no tratamento de problemas arteriais, como a insuficiência vascular periférica e acidentes vasculares encefálicos do tipo isquêmicos. Além dessa função, apresenta efeitos bactericida, fungicida e de inativação viral. Também é capaz de estimular a síntese de interferon, interleucina e fator de necrose tumoral. Apresenta também efeito anti-inflamatório, sendo útil seu uso em casos de dores crônicas. Dentre estas últimas, a moléstia que aponta resultados satisfatórios utilizando-se a ozonioterapia, é a úlcera crônica, principalmente em pacientes diabéticos, bem como no tratamento do pé diabético.

No Brasil, o uso da ozonioterapia ganhou maior visibilidade a partir de 2004, quando foi realizado em Santo André, no ABC paulista, a Primeira Conferência Internacional sobre Uso Medicinal do Ozônio. No ano de 2006, especialistas do mundo inteiro realizaram o primeiro Congresso Internacional de Ozonioterapia na cidade de Belo Horizonte.

Exercício de Direito Administrativo

Exercício 1: (FCC 2006)

Segundo disposto na Constituição Federal, compete ao Ministro de Estado, além de outras atribuições, referendar os atos e decretos assinados pelo Presidente da República. Neste caso, a manifestação de vontade de ambos os órgãos, ao se fundir para formar um ato único, resulta no denominado ato administrativo:


Exercício 2: (FCC 2006)

O atributo que autoriza o Poder Público a editar atos administrativos obrigacionais que interferem na esfera jurídica dos administrados, independentemente da respectiva aquiescência, denomina-se:


Exercício 3: (FCC 2006)

Com relação à anulação dos atos administrativos, é correto afirmar que:


Exercício 4: (FCC 2006)

A Administração Pública, objetivando vender produtos legalmente apreendidos, deverá realizar procedimento licitatório sob a modalidade de:


Exercício 5: (IFPR 2010)

Assinale a alternativa que contém todos os princípios da administração pública direta e indireta de qualquer dos Poderes da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, mencionados no artigo 37 da Constituição Federal Brasileira.

Cardiologia

A cardiologia  é uma especialidade médica responsável por diagnosticar e tratar moléstias que afetam o coração, assim como as outras estruturas pertencentes ao sistema circulatório.

Até o início do século XX, as doenças circulatórias e cardíacas apresentavam taxa bem mais reduzida do que hoje em dia, em consequência da alimentação mais saudável e do menor sedentarismo da população da época. Originalmente, a cardiologia era estudada somente como uma matéria, um anexo da Clínica Médica.

Com o início da década de 1920, devido ao veloz desenvolvimento industrial e migração da população da zona rural para a zona urbana, os hábitos gerais da população sofreu uma grande mudança, havendo uma popularização das doenças cardíacas na sociedade. No mesmo período, devido à criação do eletrocardiógrafo (máquina utilizada para realizar exames cardíacos), a Cardiologia foi grandemente impulsionada, desvencilhando-se da Clínica Médica, passando a constituir uma especialidade médica.

No Brasil, o estudo oficial da cardiologia como ciência e especialidade médica teve início com Carlos Chagas  e seus colaboradores, no ano de 1909. Foram estes pesquisadores que desenvolveram as primeiras pesquisas no país a respeito das doenças do coração, além de introduzirem no Brasil o primeiro eletrocardiograma, que foi instalado no Laboratório de Manguinhos, no Rio de Janeiro.

Na década de 1950 iniciou-se a evolução eletrônica, sendo, então, fabricados equipamentos médicos cada vez mais avançados, impulsionando mais ainda a cardiologia, permitindo a obtenção de diagnósticos mais precisos.

Atualmente, apensar de as doenças cardíacas ainda representarem uma das maiores causas de morte no mundo, a cardiologia é uma das especialidades médicas que apresentam maior evolução, uma vez que possui mais de 100 anos de pesquisas.

Para um indivíduo tornar-se cardiologista ele, obrigatoriamente, deve ser formado no curso de medicina e, por conseguinte, se especializar em cardiologia, sendo que esta especialização está disponível em diversos institutos e hospitais do mundo.

Exercício - Crase

Exercício 1: (UDESC 2009)

Assinale a alternativa correta em relação ao acento grave indicativo de crase estabelecido pela norma culta da língua.


Exercício 2: (FCC 2007)

É preciso suprimir um ou mais sinais de crase em:


Exercício 3: (UFMS 2010)

Avalie as duas frases que seguem:

I. Ela cheirava à flor de romã.
II. Ela cheirava a flor de romã.

Considerando o uso da crase, é correto afirmar:

Exercício – Regencia Verbal

Exercício 1:

Não há erro de regência em:


Exercício 2:

(FUVEST) Indique a alternativa correta:


Exercício 3:

Assinale a oração correta quanto à regência verbal.


Exercício 4:

Indique a alternativa incorreta quanto à regência do verbo “esquecer”:

Exercícios de Divisão de Polinômios

 

Exercício 1: (UDESC 2008)

Dividindo o polinômio x³ – 5x² + 8 pelo polinômio p(x) resulta no quociente x² – 2x – 6, com resto -10; portanto, o polinômio p(x) é:


Exercício 2: (FUVEST 2009)

O polinômio p(x) = x³ + ax² + bx, em que a e b são números reais, tem restos 2 e 4 quando dividido por x-2 e x-1 respectivamente. Assim, o valor de a é:


Exercício 3: (ADVISE 2009)

Para que o polinômio P(x) = x5 – 2x4 + kx3 – 3x2 + 6 seja divisível pelo binômio -x + 1, o valor de k deve ser igual a:

Segunda Lei de Mendel

O antagonismo existente entre a crença religiosa e a razão tornou-se evidente muito cedo na cultura ocidental.

As maledicências à religião perpetradas pelos filósofos Heráclito, Pitágoras e Xenofánes, marcaram o rompimento entre as duas.

Atenas obrigou o filósofo Anaxágoras a pôr-se em fuga para impedir que fosse condenado publicamente, suspeito de “conceber um novo deus”.

Giordano Bruno – teólogo e filósofo de origem italiana – assegurava que “O uno é forma e matéria, figura de natureza inteira, operando de seu interior”, e acabou morrendo na fogueira por esta afirmação

Para aquele que tem fé religiosa Deus existe, porém para a filosofia não basta ter fé, é preciso evidenciar que Ele existe de verdade. Para os fervorosos, Deus é um ser perfeito, dotado de bondade e filantrópico, que penitencia os maus e gratifica os bons.

O poder espiritual aceita que Deus aja no universo efetuando milagres; para a filosofia, é necessário demonstrar com fatos, testemunhos, documentos, etc, que o espírito tem a faculdade de exercer influência sobre a matéria, e responder por qual motivo Deus, que tudo sabe, sendo capaz de realizar milagres, deixaria pendente o ordenamento do mundo criado por Ele mesmo. Uma vez completo, absoluto e infinito, por qual motivo instituiria um universo não espiritual, finito e defeituoso?

Para o seguidor de uma religião o espírito é imortal e predestinado a uma existência prometida; a filosofia exige provas dessa eternidade.

Para concorrer com as indagações da filosofia, o Cristianismo transformou-se em Teologia – ciência que versa sobre Deus -, converteu os textos da história santificada em teoria, feito que nenhuma outra religião conseguiu realizar.

Não obstante este feito há certas crenças religiosas que nunca poderão ser compreendidas por meio do uso da razão, sem serem extintas. Não há uma maneira de provar que Deus tenha conversado com Moisés no Sinai, assim como também não há provas lógicas da virgindade de Maria, da Santíssima Trindade, etc. São credibilidades fincadas pela fé e por isso tornam-se enigmas que não podem ser questionados, transformando-se, assim, em dogmas. Por este motivo, Paulo diz que “a fé é um escândalo para a razão”.

Há uma passagem na Bíblia que conta que Josué fez o sol parar com o objetivo de ganhar uma luta; deduz-se por esta passagem que o sol se move em torno da terra, a qual está inerte. Por se tratar de uma passagem da Bíblia, ela se torna incontestável.

Essa “verdade” é contestada pela ciência de Copérnico, Galileu e Kepler. Pela Igreja, eles poderiam até contrapor uma teoria de cunho filosófico-científico conhecida como Geocentrismo, mas a história de Josué jamais poderia ser colocada sob dúvida.

Por este motivo, a Igreja avaliou o Heliocentrismo – doutrina que concebe o sol como centro do sistema solar – como um disparate, um contra-senso. Tal ciência foi rejeitada e punida e levou sábios, como Galileu Galilei, ao julgamento do Santo Ofício.

Historiadores, pessoas versadas no estudo das línguas ou da lingüística, e até mesmo antropólogos, realizaram pesquisas a respeito das tradições de toda a região que abrangia o Oriente Médio e o norte da África, e nela encontraram alusões incessantes ao pão, ao vinho, ao cordeiro sacrificado e ao deus que foi morto e ressuscitou.

Estes elementos integravam os costumes agronômicos destes locais, acompanhados de cerimoniais de fecundidade da terra e de animais, ritos muito análogos aos que passaram a ser praticados na missa cristã.

Por esse prisma, o cerimonial praticado na missa faz parte de um hábito agrário, oriental, africano, muito precedente ao cristianismo.

Contudo, esta descoberta científica vai contra as veracidades cristãs, visto ser a missa pensada como uma ciência que trata das cerimônias e ritos da Igreja, a qual reproduz e relembra um conjunto singular e novo de eventos que dizem respeito à vida, paixão e morte de Jesus.

A religião trata a filosofia como a ciência do contra-senso e da incredulidade, e a filosofia, por sua vez, denuncia que a religião é a única detentora da verdade, além de ser preconceituosa, desatualizada e intransigente.

O que se conclui após esse embate entre a fé e a razão, a filosofia e a igreja, é que a verdade com certeza não se encontra na posse de nenhuma das duas doutrinas, mas é uma conquista progressiva do conhecimento científico, aliado ao saber religioso.

Primeira Lei de Mendel

O antagonismo existente entre a crença religiosa e a razão tornou-se evidente muito cedo na cultura ocidental.

As maledicências à religião perpetradas pelos filósofos Heráclito, Pitágoras e Xenofánes, marcaram o rompimento entre as duas.

Atenas obrigou o filósofo Anaxágoras a pôr-se em fuga para impedir que fosse condenado publicamente, suspeito de “conceber um novo deus”.

Giordano Bruno – teólogo e filósofo de origem italiana – assegurava que “O uno é forma e matéria, figura de natureza inteira, operando de seu interior”, e acabou morrendo na fogueira por esta afirmação

Para aquele que tem fé religiosa Deus existe, porém para a filosofia não basta ter fé, é preciso evidenciar que Ele existe de verdade. Para os fervorosos, Deus é um ser perfeito, dotado de bondade e filantrópico, que penitencia os maus e gratifica os bons.

O poder espiritual aceita que Deus aja no universo efetuando milagres; para a filosofia, é necessário demonstrar com fatos, testemunhos, documentos, etc, que o espírito tem a faculdade de exercer influência sobre a matéria, e responder por qual motivo Deus, que tudo sabe, sendo capaz de realizar milagres, deixaria pendente o ordenamento do mundo criado por Ele mesmo. Uma vez completo, absoluto e infinito, por qual motivo instituiria um universo não espiritual, finito e defeituoso?

Para o seguidor de uma religião o espírito é imortal e predestinado a uma existência prometida; a filosofia exige provas dessa eternidade.

Para concorrer com as indagações da filosofia, o Cristianismo transformou-se em Teologia – ciência que versa sobre Deus -, converteu os textos da história santificada em teoria, feito que nenhuma outra religião conseguiu realizar.

Não obstante este feito há certas crenças religiosas que nunca poderão ser compreendidas por meio do uso da razão, sem serem extintas. Não há uma maneira de provar que Deus tenha conversado com Moisés no Sinai, assim como também não há provas lógicas da virgindade de Maria, da Santíssima Trindade, etc. São credibilidades fincadas pela fé e por isso tornam-se enigmas que não podem ser questionados, transformando-se, assim, em dogmas. Por este motivo, Paulo diz que “a fé é um escândalo para a razão”.

Há uma passagem na Bíblia que conta que Josué fez o sol parar com o objetivo de ganhar uma luta; deduz-se por esta passagem que o sol se move em torno da terra, a qual está inerte. Por se tratar de uma passagem da Bíblia, ela se torna incontestável.

Essa “verdade” é contestada pela ciência de Copérnico, Galileu e Kepler. Pela Igreja, eles poderiam até contrapor uma teoria de cunho filosófico-científico conhecida como Geocentrismo, mas a história de Josué jamais poderia ser colocada sob dúvida.

Por este motivo, a Igreja avaliou o Heliocentrismo – doutrina que concebe o sol como centro do sistema solar – como um disparate, um contra-senso. Tal ciência foi rejeitada e punida e levou sábios, como Galileu Galilei, ao julgamento do Santo Ofício.

Historiadores, pessoas versadas no estudo das línguas ou da lingüística, e até mesmo antropólogos, realizaram pesquisas a respeito das tradições de toda a região que abrangia o Oriente Médio e o norte da África, e nela encontraram alusões incessantes ao pão, ao vinho, ao cordeiro sacrificado e ao deus que foi morto e ressuscitou.

Estes elementos integravam os costumes agronômicos destes locais, acompanhados de cerimoniais de fecundidade da terra e de animais, ritos muito análogos aos que passaram a ser praticados na missa cristã.

Por esse prisma, o cerimonial praticado na missa faz parte de um hábito agrário, oriental, africano, muito precedente ao cristianismo.

Contudo, esta descoberta científica vai contra as veracidades cristãs, visto ser a missa pensada como uma ciência que trata das cerimônias e ritos da Igreja, a qual reproduz e relembra um conjunto singular e novo de eventos que dizem respeito à vida, paixão e morte de Jesus.

A religião trata a filosofia como a ciência do contra-senso e da incredulidade, e a filosofia, por sua vez, denuncia que a religião é a única detentora da verdade, além de ser preconceituosa, desatualizada e intransigente.

O que se conclui após esse embate entre a fé e a razão, a filosofia e a igreja, é que a verdade com certeza não se encontra na posse de nenhuma das duas doutrinas, mas é uma conquista progressiva do conhecimento científico, aliado ao saber religioso.