Aquecimento global é o termo que vem sendo utilizado para o aumento da temperatura
do planeta Terra registrado nos últimos anos. Cientistas acreditam que
ao longo do século passado a temperatura média da superfície da Terra
tenha subido de 0,4° C a 0,8° C.
Segundo eles, essa elevação tem sido provocada, principalmente, pela ação humana, com o lançamento excessivo de gases do efeito estufa na atmosfera. O dióxido de carbono (CO2),
o óxido nitroso, o metano, e os clorofluocarbonetos (CFC) são apontados
como os principais vilões do aquecimento global. Esses gases formam uma
espécie de cobertor em torno do planeta, provocando um aprisionamento
do calor. Com isso, a Terra fica mais quente.
As conseqüências do aquecimento global podem ser catastróficas e
põem em risco a vida no planeta: mudanças climáticas (com ondas de calor intenso); ecossistemas destruídos; espécies extintas; fenômenos como furações, inundações, tempestades, secas, deslizamentos de terra, aumento do nível do mar (por causa do derretimento das calotas polares), além do surgimento de novas doenças, mais fome e ainda mais miséria.
põem em risco a vida no planeta: mudanças climáticas (com ondas de calor intenso); ecossistemas destruídos; espécies extintas; fenômenos como furações, inundações, tempestades, secas, deslizamentos de terra, aumento do nível do mar (por causa do derretimento das calotas polares), além do surgimento de novas doenças, mais fome e ainda mais miséria.
No Brasil, conforme relatório divulgado pelo Painel
Intergovernamental de Mudanças Climáticas (órgão ligado às Nações
Unidas, que avalia as mudanças climáticas, o IPCC), as previsões apontam
para o aumento da temperaturas na Amazônia (podendo se transformar em
um grande cerrado); cidades litorâneas como Rio de Janeiro e Recife
correm risco de desaparecer (com a elevação do nível do mar); o Nordeste
será muito castigado (pode virar um grande deserto); as regiões Sul e
Sudeste poderão ser assoladas por furacões, enquanto as grandes cidades
ficarão mais quentes e mais suscetíveis a inundações, enchentes e
desmoronamentos.
Apesar de perspectivas tão desastrosas, os especialistas do IPCC
acreditam, contudo, que ainda existe tempo para salvar o planeta.
Mudanças urgentes nas estratégias globais devem ser adotadas e toda a
humanidade mobilizada. Somente a participação efetiva de todos os povos
da Terra poderá garantir a vida. Novos padrões de consumo deverão ser
buscados para reduzir os impactos do aquecimento global e assegurar a
dignidade da raça humana.
Atualmente, o Brasil é o quarto maior emissor de gases estufa do planeta. Mais de 70% das emissões são provenientes do desmatamento da Amazônia.
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