A Assembléia Constituinte elegeu Getúlio Vargas para a presidência da República, cargo
que seria exercido até 3 de maio de 1938. Em meados de 1937, os
candidatos à presidência eram Armando de Sales Oliveira, José Américo de
Almeida, Plínio Salgado, e Luís Carlos Prestes.
As eleições não ocorreram, pois em novembro de 1937, Getúlio deu um golpe de estado. No mesmo mês, Getúlio Vargas outorgou a Constituição do Estado Novo, elaborada por Francisco Campos, sendo uma Constituição autoritária e centralizadora.
Na Constituição do Estado Novo, o Presidente da República era
considerado autoridade suprema e coordenador maior das atividades dos
órgãos representativos, sendo de política interna e externa. Além de orientar os caminhos da política legislativa.
A autoridade do Judiciário estava suprimida perante o
presidente, havendo também censura prévia na imprensa. Getúlio Vargas
possuía o poder de dissolver o Congresso e de indicar o candidato à sua sucessão.
Segundo o artigo 180, o presidente tinha livre direito de expedir
decretos-leis sobre o legislativo. Após a derrota do fascismo e do
nazismo, ocorrera uma abertura de liberalidades no governo Vargas,
havendo até a marcação de eleições futuras. Em 29 de outubro de 1945,
Getúlio Vargas fora deposto por um movimento liderado pelo General Góis
Monteiro.
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